Soja: Liquidez aumenta no Brasil, mas a
preços mais baixos - Notícias Agrícolas
Apesar
do movimento de baixa, a redução dos preços da soja no mercado interno foi
limitada pela firme demanda externa, que impulsionou os prêmios de exportação
no Brasil. Entre 11 e 18 de agosto, o Indicador da soja ESALQ/BM&FBovespa
Paranaguá registrou queda de 1,63%, a R$ 69,48/sc de 60 kg no dia 18. O
Indicador CEPEA/ESALQ Paraná recuou 0,75% no mesmo período, fechando a R$
63,71/sc de 60 kg na sexta-feira.
Janot afia sua ponta de flecha contra Temer |
Brasil 24/7
O
tempo está se esgotando para o procurador-geral Rodrigo Janot, que acelerou o
ritmo de trabalho em seu gabinete de olho no dia 17 de setembro, quando acaba
seu mandato. A segunda denúncia contra Michel Temer, por obstrução da
Justiça, está praticamente fechada mas pode ser fortalecida pela delação de
Lúcio Funaro, cujas tratativas serão retomadas esta semana. Janot, segundo
fontes do MPF, Janot pretende estabelecer uma triangulação entre Geddel Vieira
Lima para turbinar a denúncia.
Operação militar do Brasil com EUA na
Amazônia tem Venezuela como alvo | Brasil 24/7
Em
novembro, uma tropa do Exército dos Estados Unidos vai participar de um
exercício militar inédito, com duração de dez dias, na tríplice fronteira
amazônica entre Brasil, Peru e Colômbia, do qual participarão também os dois
últimos países. Em maio, o Ministério da Defesa informou que a iniciativa e o
convite partiram do Brasil. Mas, segundo artigo do jornalista venezuelano
Manuel José Montañez, publicado no site www.Aporrea.org,
a operação foi uma imposição americana ao governo de Temer, através do
embaixador Peter McKinsey, com vistas ao estudo do teatro de operações no
sul da Venezuela. O objetivo não seria uma invasão militar mas o estímulo
à ocupação de uma porção do território venezuelano por narcotraficantes, mercenários
e “forças irregulares” que atuam na região da Cabeça do Cachorro, na tríplice
fronteira Brasil-Colômbia-Perú, abrindo caminho para a criação de uma “zona
ocupada”, no mesmo modelo que foi aplicado na Líbia, para desestabilizar o
governo Kadafi, e depois na Síria.
De cama a bebida de luxo: farra de licitações
no Brasil beira o absurdo - Politica - Estado de Minas
Na
Bahia, o Tribunal Regional do
Trabalho (TRT) suspendeu o processo para
contratar os instrutores que auxiliariam os magistrados no treinamento para uma
competição de atletismo. A ajuda fitness custaria até R$ 196 mil por ano.
Também
neste mês, o governo do Rio de Janeiro, que está devendo salários a servidores
por causa da crise financeira, abriu concorrência para contratar uma empresa
que forneça jatinhos para conduzir o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em
suas viagens oficiais. O desembolso previsto é de R$ 2,5 milhões no ano. O jato
pedido deve ter banheiro privativo, poltronas giratórias e altura mínima da
cabine de 1,65m.
O
Congresso Nacional pretende gastar R$ 1 milhão com camas, colchões, sofás e
cadeiras para os parlamentares. Este mês, o Senado abriu licitação para comprar
R$ 920.479,05 em cadeiras e sofás modulares para a Casa. Os custos de cada item
variam de R$ 980 a R$ 1,9 mil.
Já
a Câmara dos Deputados lançou pregão eletrônico em julho para comprar 48
conjuntos de cama box de casal “queen size” a um preço estimado de R$ 1.311,33,
e outras 12 camas boxes “king size” por mais R$ 1.462 cada. O custo total das
aquisições para “assegurar a habitabilidade dos imóveis funcionais da Câmara
dos Deputados” é estimado em R$ 80.487,84.
FAT vai cobrar empréstimos cedidos ao BNDES -
Época NEGÓCIOS | Brasil
Segundo
ofício enviado pelo Ministério do Trabalho ao BNDES no dia 29 de junho, ao qual
O GLOBO teve acesso, o rombo do FAT está estimado neste ano em R$ 18 bilhões, e
o Orçamento prevê que o Tesouro aporte R$ 13,3 bilhões. O documento cita
relatos de representantes do Ministério da Fazenda no Conselho Deliberativo do
FAT (Codefat). Um deles diz que “o Tesouro não terá recursos para suprir a
necessidade financeira anual do FAT”.
Em
entrevista ao GLOBO, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que o
modelo anterior, em que o FAT mandava dinheiro para o BNDES, e os recursos
ficavam no banco para serem emprestados por toda a vida, não existirá mais.
Antes, o fundo era superavitário, justificou o ministro.
TSE não fiscalizará recursos do fundo de R$
3,6 bi; Alta da dívida no Brasil bate recorde. Jornais de segunda (21) | Blog
Matheus Leitão da Rede Globo
Aprovado
na Comissão da reforma política da Câmara dos Deputados, o novo fundo eleitoral
vai despejar bilhões de reais em campanhas políticas no próximo pleito, sem a
garantia de fiscalização do uso desses recursos públicos.
Pela
proposta que deve ser analisada nesta semana no plenário da Casa, até R$ 3,6
bilhões serão reservados para custear gastos dos partidos com propaganda
política, mas a atual estrutura da Justiça Eleitoral enfrenta desafios para
averiguar a aplicação do montante.
“Fundo de R$ 3,6 bi deve sobrecarregar
fiscalização eleitoral”, informa o Estado de S.Paulo.
O
Globo revela que a dívida pública brasileira ultrapassou o equivalente a 80% da
renda nacional, segundo critério do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para o
governo, que adota outro tipo de cálculo, a dívida está em 73% do Produto
Interno Bruto (PIB).
De olho em 2018, pré-candidatos ao Planalto
viajam pelo Brasil - Política e Brasil
Quem mais viajou foi o ex-governador do Ceará Ciro
Gomes (PDT). Determinado a conquistar os votos da esquerda do Brasil —
especialmente diante das incertezas quanto à viabilidade da candidatura do
petista Luiz Inácio Lula da Silva —, Ciro fez palestras em universidade, deu
entrevistas e participou de eventos destinados aos agentes econômicos em quase
todas as regiões, percorrendo cerca de 21.718km.
Em segundo lugar aparece o deputado federal Jair
Bolsonaro, atualmente no PSC, e ainda sem definição de qual partido vai abraçar
a sua proposta radical de extrema-direita na Presidência. Ele estava às
vésperas de se filiar ao PEN, mas adiou o casamento porque o partido questiona,
no Supremo Tribunal Federal (STF), a prisão de condenados em segunda instância.
Com mais de 13 mil quilômetros de avião, o congressista participou de diversos
eventos. De acordo com a assessoria de imprensa do parlamentar, apesar das
viagens terem sido bem afastadas do Rio de Janeiro, seu domicílio eleitoral,
Bolsonaro não está em campanha, mas, sim, cumprindo funções como deputado.
Manter a floresta em pé é "custo",
diz chefe da bancada ruralista
eputado
Nilson Leitão diz ser mentira que haja invasão em reservas ambientais no
Brasil, acredita falar em nome dos índios e apoia os nativos que querem
explorar minério e plantar soja em terras indígenas.O presidente da Frente
Parlamentar da Agropecuária, uma das mais poderosas no Congresso Nacional, diz
não ser um produtor rural. À frente de 211 deputados da chamada bancada
ruralista, Nilson Leitão (PSDB-MT) se considera "urbano" e afirma que
seu posicionamento político é resultado de um preconceito sofrido por seu
estado natal, o Mato Grosso do Sul, que, no passado, segundo ele, era
enaltecido pelo governo quando o assunto era produção agropecuária e desprezado
quando a pauta era meio ambiente.
Governo irá apoiar exportador nacional
O
Ministério das Relações Exteriores informou que tomou conhecimento da abertura
das investigações na China sobre possível dumping nas importações de frango
procedentes do Brasil e que apoiará os exportadores brasileiros. “O Governo
brasileiro vai apoiar os exportadores brasileiros no processo antidumping e
buscar assegurar que as normas da Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam
seguidas estritamente.”
O
dumping é a comercialização de produtos a preços abaixo do custo de produção.
Prática comercial considerada desleal, que é usada para eliminar a concorrência
e conquistar uma fatia maior de mercado. O presidente-executivo da Associação
Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, disse que o Brasil não
vende frango à China abaixo do preço de mercado.
“Não
é a primeira vez que brasileiros enfrentam este tipo de questionamento. Em
2010, a Ucrânia apresentou consultas semelhantes contra o Brasil e os Estados
Unidos, que se defenderam conjuntamente e obtiveram vitória. Em 2012, o mesmo
ocorreu com relação à África do Sul. Novamente, o Brasil saiu vitorioso da
contenda, mostrando que são injustificados tais questionamentos”, disse
Francisco Turra.
Lei Anticorrupção: uma necessidade para
municípios
A
Lei, de 1º de agosto de 2013 no Brasil e entrando em vigor em 29 de janeiro de
2014, trouxe várias inovações na maneira que se observa e age contra a
corrupção, sendo de observância obrigatória por toda a Administração Pública
brasileira, entre todos os seus poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário),
bem como em todas as esferas federativas (Federal, Estadual e Municipal),
seguindo a tendência mundial de adoção de legislação voltada à prevenção e ao
combate à corrupção.
A
Lei Anticorrupção prevê a responsabilização administrativa e civil da pessoa
jurídica pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou
estrangeira. Isso significa que a partir da vigência da Lei, não apenas os
sócios ou administradores responsáveis pela prática do ato de corrupção serão
punidos, caso reste comprovada a irregularidade/ilegalidade, mas também a
própria pessoa jurídica (na forma de empresas, ONGs, fundações, associações
etc.). A responsabilização pode ocorrer em decorrência de irregularidades
cometidas contra municípios, Estados, Universidades, Empresas Públicas, ou
qualquer tipo de ente público, incluindo entes públicos estrangeiros.
Senado acelera PEC de doação empresarial para
campanhas eleitorais - Política e Brasil
Para valer nas eleições de 2018, o fundo público ou
a volta do financiamento empresarial precisa ser aprovado nas duas Casas
Legislativas até o fim de setembro. A PEC 113C/2015 está nas mãos dos
senadores, mas também tem adesão na Câmara, principalmente nas bancadas da base
governista Liderada pelo PT, a oposição, favorável ao financiamento público,
deve rechaçar a proposta.
Nos bastidores, até agora prevaleceu uma disputa
silenciosa e suprapartidária entre a Câmara e o Senado. Deputados não querem
assumir o ônus de propor a volta da forma de financiamento que deu margem a
ilegalidades reveladas pela Operação Lava-Jato e alegam que já aprovaram esse
tema há dois anos. Os senadores, por sua vez, também para evitar desgastes, preferem
aguardar o fim das discussões na Câmara, esperando estrategicamente a opção do
financiamento privado como alternativa ao fundo público.