sábado, 1 de julho de 2017

Notícias de Hoje - 01/07/2017


O governo pretende primeiro "arrumar a casa" antes de retomar as contratações, o que tem passado pela criação de novas regulamentações que permitem cancelar projetos problemáticos que não saíram do papel nos últimos anos e por estudos para uma revisão da regulamentação do setor.
"Por mais que a gente seja tentado, não podemos escolher um segmento e dizer que ele está isolado da crise do país e que lhe daremos o que ninguém tem, uma demanda garantida... por mais que seja justificável, meu papel tem sido, no âmbito técnico, dizer não", disse o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa.
Ao participar de evento do setor nesta semana, Pedrosa admitiu que há pressões de todo o tipo pela retomada das licitações, "inclusive políticas".
Ao mesmo tempo, diversas usinas contratadas nesse período não conseguiram sair do papel devido à degradada situação financeira de alguns investidores, à falta de crédito com a crise e outras questões, como problemas com fornecedores.

OS PREÇOS DO CAFÉ ARÁBICA RECENTEMENTE CAIU PARA A 16 MESES DE BAIXA, MAS DE ACORDO COM O COMMERZBANK A VENDA TEM IDO “LONGE DEMAIS” E OS PREÇOS DEVEM SE REAGRUPAR UM POUCO.
Commerzbank atualizado sobre sua previsão de preço do café, e enquanto o novo preço é menor do que as expectativas anteriores, ele sugere que os preços vão se recuperar de seus níveis atuais. O banco está agora à procura de arábica futuros de café em média 140 centavos de dólar por libra, 15 centavos mais baixos do que sua previsão anterior, mas superior ao seu preço atual de cerca de 131 centavos de dólar por libra-peso, de acordo com Agrimoney .
Comentando sobre o preço-alvo ajustado, Commerzbank declarou: “A perspectiva de outra déficit no mercado de café deve sustentar os preços. O mercado de café ainda poderia estar em défice, mesmo em 2017-18, com a perspectiva de um menor arábica safra no Brasil, em um ano de “off” em seu ciclo de dois anos, minando as perspectivas de produção enquanto a demanda tende a continuar subindo”.
Mais adiante, Commerzbank é menos otimista sobre os preços. Para 2018 vêem os preços em cerca de 130 centavos de dólar por libra-peso, abaixo de sua previsão anterior para 142,60 centavos devido a perspectivas de um “superior” safra brasileira.
Marex Spectron também apontou que os preços do café não contêm prémio tempo, e as preocupações climáticas poderia começar a se tornar uma influência significativa sobre os preços vêm início do outono, quando o período de floração de plantas de café brasileiros torna vulneráveis a danos relacionados com o clima.

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Ainda segundo Zamperlini, a capacidade de operação da Citropar durante os cinco meses de safra é de cerca de 80 mil toneladas de sucos de laranja, tangerina e limão. "Com a assinatura desse aditivo do financiamento vamos dar início à fábrica com seis extratoras de frutas, porém nossa intenção é não parar por aí. Prevemos dobrar a produção já no final de 2018", enfatizou. "Vamos passar a explorar 160 mil toneladas de frutas, sendo que 16 mil toneladas serão destinadas para a fabricação de sucos concentrados. 99% dessa produção serão primeiramente exportadas para Europa, Estados Unidos e Emirados Árabes. Aí nosso próximo passo será produzir suco concentrado para ser vendido aqui mesmo no Brasil e especialmente no Pará", finalizou.


Reuters - Bayer entrou com um pedido de aprovação de sua planejada aquisição US $ 66 bilhões em empresa sementes US Monsanto com os reguladores da União Europeia, como pretendentes fila para ativos que a Bayer vai vender para obter a aprovação no final do ano.
Bayer, que está se preparando para a Comissão da UE para entrar em uma avaliação em profundidade antitruste da fusão, disse em um comunicado na sexta-feira que ele iria trabalhar em estreita colaboração com as autoridades, reafirmando seu objetivo de encerrar a transação até o final de 2017.
“Nós podemos confirmar o recebimento da notificação. O prazo provisória para a Comissão a tomar uma decisão é 07 de agosto “, disse um porta-voz da Comissão Europeia.


O governo brasileiro reduz de forma profunda o número de medidas protecionistas adotadas e já adota mais ações de abertura de seus mercado que barreiras às importações. Os dados publicados nesta sexta-feira, 30, pela Organização Mundial do Comércio, num informe ao G-20, destacam que o Brasil passou do País mais protecionista entre as grandes economias do mundo para a economia que mais adotou medidas para facilitar o comércio em 2017.
Entre outubro de 2016 e maio deste ano, o Brasil adotou um total de nove medidas de redução de tarifas de importação e maior facilidade para o fluxo comercial. Além disso, implementou outras quatro ações de redução de entraves para a importação.
Em relação às medidas de defesa comercial, a OMC destaca que houve uma “notória redução” dos casos iniciados pelo Brasil. Em 2015, o País era o terceiro mais protecionista do G-20, com 23 medidas antidumping. Em 2016, foram apenas onze casos, o que deixou o Brasil na oitava posição.
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A preocupação da OMC com o protecionismo não ocorre por acaso. 2016 viu o pior resultado de expansão das exportações mundiais desde 2009, com uma alta de apenas 1,3%.
No caso do Brasil, as exportações caíram em 8,6% no final de 2016. Mas a OMC destaca que a redução ocorreu a partir de taxas elevadas. Mas as importações continuaram “em profunda depressão”, caindo 0,9% entre o segundo trimestre de 2016 e o final do ano.

FRANKFURT (Reuters) - A Bayer, que está em negociação com o grupo de sementes norte-americano Monsanto, disse que as baixas vendas nos distribuidores de defensivos agrícolas no Brasil e um negócio de saúde mais fraco do que o esperado afetaram o lucro da companhia em pelo menos 300 milhões de euros (342 milhões de dólares).
As ações da empresa caíram 4,15 por cento nesta sexta-feira.
Os problemas no Brasil resultariam em um impacto de 300-400 milhões de euros (342-456 milhões de dólares) no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda).
A Bayer, atualmente buscando aprovação regulamentar para adquirir a Monsanto por 66 bilhões de dólares, disse que ajustaria suas projeções quando publicar os resultados do segundo trimestre, em 27 de julho, sem fornecer detalhes.
A empresa vem tentando superar um desempenho mais fraco do que o esperado da principal marca de saúde Coppertone e dos produtos para cuidados dos pés Dr.Scholl, adquiridos da Merck&Co. A Bayer não informou o impacto desses negócios sobre seus lucros.
A indústria de suprimentos tem sofrido há três anos com preços fracos da safra, pesando sobre a demanda dos agricultores por sementes e pesticidas.
Atingido pela recessão, o Brasil, um grande produtor de soja, cana-de-açúcar e milho e um dos maiores mercados de pesticidas do mundo, tem sido uma dor de cabeça particular para a companhia com a preocupação adicional de condições de crédito apertadas para os agricultores.


 Brasil amplia exportações para a UE |
Um volume maior de produtos brasileiros podem agora entrar na União Europeia, com tarifas mais baixas ou nulas de importação. A partir deste sábado (1º), o bloco irá aumentar a quota de exportação do Brasil para o açúcar bruto de 78.000 toneladas e de frango por 4.700 toneladas.
Historicamente, o Brasil tem sido o principal fornecedor de açúcar bruto de cana para a União Europeia. No ano passado, exportou 542.000 toneladas do produto (o equivalente a 188 milhões de euros ) para o bloco econômico.
De acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o adicional de 78.000 toneladas irá adicionar à quota atual de 310,100 toneladas. As vendas realizadas no âmbito desta quota adicional pagará uma tarifa de importação reduzido de 11 euros por tonelada. Os novos limites serão válidos para os próximos seis anos. Leia completa artigo

O CEO global da Louis Dreyfus, o argentino Gonzalo Ramírez Martiarena, considerou "lento" o processo para a queda da taxa dos direitos de exportação sobre a soja, as chamadas "retenciones", na Argentina. Ele apontou que o Governo deveria acelerar esse processo para que o país não tenha perda de produtividade frente ao Brasil.
Martiarena se expressou durante participação em um seminário organizado pela Financial Times. "Se a Argentina não acelerar o processo de eliminação das retenciones sobre a soja, corre o risco de perder competitividade para o Brasil", disse o CEO.
Vale lembrar que, depois de reduzir as retenciones de 35% para 30% na soja, o Governo começará, a partir de janeiro de 2018, a aplicar uma queda mensal de 0,5% que se estenderá até 2019.

Segundo o professor de MBA da Escola Politécnica, José Nicolau Pompeo, além da incerteza política, que põe em xeque a lenta retomada da economia, uma nova crise econômica de proporções mundiais tende a comprometer ainda mais o quadro do Brasil.
A desconfiança de investidores em relação ao País e a desaceleração da economia chinesa podem surpreender o Brasil, agravando a situação atual.
Ele explica que o  grande fator de impedimento para gerir o Estado e a economia brasileira é o peso dos juros da dívida pública interna, que cobre 7,6% do PIB nacional.

Parlamentares europeus pediram que a negociação dos blocos econômicos fosse suspensa devido às acusações de corrupção envolvendo o presidente Michel Temer
Um grupo de deputados europeus pediu que a negociação para a criação de um acordo de livre-comércio entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a Europa seja suspensa diante da crise política no Brasil. Numa carta à chefe da diplomacia de Bruxelas, os parlamentares citam a instabilidade do governo de Michel Temer e as acusações de corrupção envolvendo o presidente.
A negociação, que começou em 1999, estava finalmente numa fase decisiva, com os governos tanto da Europa quanto do bloco sul-americano dispostos a fechar um entendimento até o fim do ano. Para isso, porém, os dois lados precisam ceder. A Europa tem de incluir uma abertura maior para seu mercado no setor agrícola e de carnes, enquanto o Mercosul terá de admitir um corte mais profundo de tarifas no setor industrial.

Toques, os engomadas, chapéus stovepipe usados por chefs, são coroados com 100 pequenas pregas que, explicam os franceses, representam as 100 maneiras de preparar um ovo cada cozinheiro deve dominar antes de ganhar o título de “Chef” e um toque muito apreciado.
A ação recente pelo presidente Donald Trump e sua administração sugerem também deve haver 100 maneiras de cozinhar o comércio agrícola americano mais robusto e - pronto ou não - estão felizes em tentar ' em tudo.
O Presidente começou a mexer a panela trade três dias depois de sua posse, quando ele cancelou a participação americana na quase completa Parceria Trans-Pacífico, ou TPP, o negócio 12 nações que teria supervisionado comércio em 40 por cento da economia global.
A realidade é muito diferente. Enquanto a China agora importa cerca de US $ 2,5 bilhões em carne bovina por ano (principalmente da Austrália e do Brasil), que comprou apenas US $ 65 milhões em carne bovina dos EUA em 2003, ano em que proibiu as importações americanas porque uma “vaca louca” - e um não-americano em que - foi encontrado nos EUA
Além disso, a China vai impor a sua “proibição de hormônios sintéticos e agonistas beta”, aditivos alimentares amplamente utilizados nos EUA, escreve Gregory Bloom, especialista em indústria de carne, em 22 de junho edição online da meatingplace.com.

A Caixa Econômica Federal informou hoje (29) que disponibilizará mais de R$ 10 bilhões para o ano safra 2017/2018, que começa em 1º de julho. O crédito estará disponível em linhas com recursos obrigatórios, livres e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A maior parte dos recursos será para custeio da produção agrícola.
Os agricultores interessados poderão apresentar suas propostas nas agências da Caixa a partir da próxima quarta-feira (5), quando o banco já estará apto a contratar as operações com as condições do Plano Safra 2017/2018 para produtores rurais e cooperativas. No início deste mês, o governo federal anunciou R$ 190,25 bilhões em recursos para o plano.

O cultivo de oliveiras ainda é recente no Brasil e boa parte dessa produção acaba virando azeite — que tem maior visibilidade no mercado consumidor. Na tentativa de reverter esse cenário, a marca Olibi decidiu comercializar azeitonas em conserva originalmente brasileiras.
O procedimento para produção das azeitonas utiliza apenas salmoura, uma mistura de água e sal marinho, que contém menos iodo. O líquido é trocado várias vezes durante os 120 dias necessários para que o fruto em conserva chegue ao ponto ideal de consumo. Em seguida, o produto é devidamente armazenado em vidros e segue para a comercialização no e-commerce da marca.

SÃO PAULO  -  A agência de classificação de risco Moody’s afirmou em relatório que a possível venda da Eldorado Brasil, controlada pela J&F Investimentos, para uma concorrente latino-americana poderia transformar o setor na região, melhorando as perspectivas de negócios para qualquer uma das quatro grandes principais produtoras de celulose da região da América Latina.
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A J&F considera vender sua participação na Eldorado para outra empresa da América Latina como forma de facilitar o pagamento da multa de R$ 10,3 bilhões relacionada ao acordo de leniência assinado pela holding.
Para analisar os efeitos da operação, a Moody’s supõe o pagamento de US$ 1 bilhão pela aquisição, financiada 100% por meio de dívida.
Em todos os casos, a operação elevaria a alavancagem das companhias incluídas no cenário: Fibria, Suzano, CMPC e Arauco.


Um levantamento feito pelo Ministério da Agricultura revela que ao menos 51 países, além da União Europeia (UE), ainda mantêm restrições à importação da carne brasileira. Nove países bloqueiam totalmente as importações. O resultado ocorre três meses após a Polícia Federal iniciar a Operação Carne Fraca.
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De acordo com a publicação, o Brasil pretendia chegar a 10% de participação mundial do mercado de carnes (hoje, esse número é 7%) e buscava alcançar e ampliar a presença principalmente nos mercados de Japão, México e Coreia do Sul. Agora, o país administra crises, trabalha para reconstruir sua credibilidade e não perder compradores.
"A expectativa de ampliar a participação vai para o saco, porque é muito difícil exportar a mesma coisa que foi no ano passado", disse o analista da MB Agro Cesar de Castro.

SÃO PAULO - Um "oceano" de milho. Esta é a imagem registrada em diversas regiões do Brasil e que está comprovando um dos grandes problemas da indústria nacional: a falta de capacidade para estocar os produtos agrícolas. O vídeo acima mostra toneladas da commodity sendo jogados no chão - praticamente descartados - porque não há onde guardar toda essa quantidade de milho.
O grande problema é que a capacidade de armazenagem do Brasil é suficiente para apenas 68% da safra atual. A produção do País está estimada em 235,7 milhões de toneladas e a capacidade de armazenagem é de 161,9 milhões de toneladas, com déficit de 73,8 milhões de toneladas, explica Carlos Cogo, da Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica.
Segundo ele, o Brasil colhe atualmente uma expressiva 2ª safra de milho, de 64,0 milhões de toneladas, contra 40,7 milhões de toneladas do ano passado e uma safra de soja de 114,7 milhões de toneladas, contra 95,4 milhões de toneladas em 2016.


Os estados e municípios têm até sexta-feira para apresentar um plano de trabalho detalhado com ações e estratégias para a erradicação do trabalho infantil e detalhes sobre a aplicação de recursos. Quem não entregar a documentação terá o repasse de recursos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) suspenso.
Os dados devem ser repassados ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário por meio do Sistema de Monitoramento do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Simpeti).
A decisão de suspender as transferências foi aprovada em reunião de gestores municipais, estaduais e do governo federal na Comissão Intergestores Tripartite. Todos os estados e 958 municípios que têm alta incidência de trabalho infantil já recebem recursos da União.

Queda de vendas no Brasil frustra projeções da Bayer
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Estagnação do estoque de agrotóxicos no mercado brasileiro força multinacional a reajustar previsões para 2017. Taxas de câmbio desfavoráveis também deixam marcas no balanço do grupo farmacêutico e químico alemão.
Um fraco e inesperado desempenho no mercado brasileiro de agrotóxicos reduzirá os lucros da Bayer neste ano, comunicou a multinacional alemã nesta sexta-feira (30/06). Para 2017, a empresa farmacêutica e química espera uma perda de 300 milhões a 400 milhões de euros.
O Brasil é, ao lado de Estados Unidos e Europa, um dos maiores mercados agrícolas da Bayer. Mas na recém-concluída temporada de compras, a demanda por produtos agrotóxicos no país sul-americano foi muito menor que a esperada.
Por um lado, isso se deveu a um enfraquecimento da economia brasileira, mas especialmente a problemas relacionados às condições meteorológicas. Inseticidas e herbicidas da Bayer foram menos usados, o que levou à estagnação do estoque no Brasil.

A partir deste sábado (1º), passam a vigorar as mudanças de regime de importação de açúcar e frango do Brasil para a União Europeia (UE). No acordo, a UE se comprometeu a acrescentar mais 78 mil toneladas à cota de açúcar bruto destinada especificamente ao país. No caso das carnes de aves, houve acréscimo de 4.766 toneladas à cota brasileira.
Segundo a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a cota adicional de 78 mil toneladas se somará à atual, de 310.124 toneladas. As importações realizadas por meio do volume adicional terão tarifa de 11€/tonelada nos próximos seis anos. No sétimo ano, a tarifa passará a 54€/tonelada e, a partir do oitavo ano, será de 98€/tonelada, que é a mesma cobrada nas importações da cota original.
As negociações com o bloco europeu também resultaram no acréscimo de 36 mil toneladas para a cota destinada a todos os países, a qual o Brasil também tem acesso. Essa cota atualmente é de 336.876 toneladas. A tarifa para as importações dentro da referida cota é de 98€/tonelada.
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O acréscimo de 4.766 toneladas à cota específica do Brasil de certos cortes de frango, com tarifa 0%, adiciona-se às 2.332 toneladas atualmente liberadas para aquele mercado. Também houve acréscimo de 610 toneladas à cota do Brasil de certos cortes de peru, que hoje é de 4.300 toneladas, também com tarifa 0%.

No acumulado do ano houve alta de 0,61%, na comparação com o mesmo período de 2016, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), pesquisado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade. Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram queda de 6,67% em relação ao mês de abril e, quando comparadas a maio de 2016, alta de 4,72%. No acumulado do ano, as vendas cresceram 5,15%.
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No mês de maio, a cesta de produtos Abrasmercado, composta de 35 produtos de largo consumo, pesquisada pela GfK e analisada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Abras, registrou queda de 0,54%, ao passar de R$ 470,16 para R$ 467,62. Já no acumulado do ano, a cesta apresentou queda de 3,21%.