SÃO
PAULO (Reuters) - Os estoques privados de café do Brasil ao final da safra 2016
somaram 9,86 milhões de sacas de 60 kg em 31 de março de 2017, queda de 27,4
por cento ante o volume apontado ao final da safra 2015, informou a Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira.
O
café do tipo arábica correspondeu a cerca de 90 por cento do total do café
estocado, somando 8,87 milhões de sacas, enquanto o robusta (conilon) atingiu
994,8 mil sacas.
Os
estoques de arábica, que respondem pela maior parte da produção nacional de
café, são os menores desde 2012, quando somaram 7,7 milhões de sacas. Quando se
inclui o total de conilon, os estoques finais também foram os menores em cinco
anos.
A
exportação brasileira de carnes bovina, suína e de aves deve crescer 3% neste
ano na comparação com o ano anterior, disse o secretário-executivo do
Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, em Genebra, na Suíça, onde participa
da reunião do Codex Alimentarius. Segundo ele, missões internacionais, que
foram intensificadas nos últimos meses, têm servido para consolidar e ampliar
negócios nos mercados consumidores.
Em
Genebra, o Novacki ressaltou as medidas adotadas pelo Brasil para assegurar a
qualidade das carnes, como a criação do programa de compliance do ministério,
visando aumentar o controle sobre os procedimentos internos e a relação dos
fiscais com os produtores. Durante a viagem, Novacki também quer reforçar o
apoio à candidatura do brasileiro Guilherme Costa, coordenador de Assuntos
Multilaterais da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da
Agricultura, à presidência do Codex.
Dois
produtos recém-lançados no Brasil pela multinacional argentina Rizobacter
chegam para revolucionar o mercado agrícola nacional: o Silwet L77*Ag, único
adjuvante 100% organosiliconado; e o Rizospray Extremo, a mistura do Silwet com
óleo metilado, e que dá a ele as funções antievaporante, penetrante e super
umectante. A Rizobacter está há 19 anos no Brasil, e neste ano completa 40 anos
de atuação na Argentina, onde é líder de vendas de adjuvantes e inoculantes,
fabricando produtos com formulação exclusiva. O gerente de adjuvantes da
Rizobacter, Matias Santipolo, explica que adjuvantes são produtos adicionados
no tanque para ajudar na aplicação de defensivos, e que o principal diferencial
da empresa é oferecer ao agricultor um produto específico para cada problema no
campo.
O
setor mineral arrecadou US$ 11,5 bilhões ao longo do primeiro semestre deste
ano. A balança foi superavitária, já que os exportações com mineração e
transformação mineral arrecadaram US$ 22,6 bilhões, enquanto que as importações
foram de US$ 11,1 bilhões.
Com
isso, o setor representou 21% de todas as vendas do País no mercado externo. O
desempenho foi puxado principalmente pela vendas de minério de ferro, cujo
valor de mercado também subiu. As exportações do produto corresponderam a 44%
de todo o comércio exte
A partir deste ano de 2017, empresas participantes de grupo multinacional devem estar atentas à data de entrega
da Escrituração Contábil
Fiscal (ECF) determinada pela Receita Federal do Brasil para 31 de julho.
Para o cumprimento dessa determinação, foi criado o Bloco W, que está sendo chamado de “Declaração País a País” (DPP) ou em inglês, “country
by country”. Instituída pela Instrução Normativa
da Secretaria da Receita Federal
do Brasil (RFB) nËš 1.681 de 2016. O Bloco W, segundo as autoridades internacionais, tem o objetivo
de criar mecanismos para inibir ou evitar
a lavagem de dinheiro
de origem não legal.
Os
ministérios vão poder fazer diretamente a seleção pública dos projetos
apresentados pelos prefeitos sem passar pelos Ministérios da Fazenda e do
Planejamento.
Os
recursos - menos de R$ 500 milhões - já estão previstos no Orçamento deste ano,
mas os projetos de pequeno valor têm grande poder de pulverização entre os
municípios. O governo, segundo apurou o Estadão/Broadcast, calcula que centenas
de projetos de pequeno valor poderão aprovados.
Não
se trata, porém, de emendas parlamentares, mas recursos que foram destinados ao
PAC pelos deputados e senadores na época da elaboração do Orçamento.
O
pacote conta com linhas de crédito do Banco do Brasil, Caixa e FGTS no total de
R$ 10 bilhões - R$ 6 bilhões para os prefeitos tomarem diretamente
financiamento para as obras e R$ 4 bilhões para as empresas concessionárias.
Mais
de 50 entidades protocolaram hoje (11), nos ministérios do Meio Ambiente e das
Relações Exteriores, uma carta em defesa da posição histórica do Brasil contra
a inclusão das florestas em mecanismos de compensação de carbono – chamados de
offsets.
De
acordo com as entidades, esta é uma “falsa solução à crise do clima” que vem à
tona em um contexto de negociações internacionais e da conjuntura nacional de
crise. “Alguns atores têm usado o momento de negociação de implementação do
Acordo de Paris, a crise política e a turbulência econômica pela qual o país e
o mundo passam como pretexto para demandar medidas a favor de offsets”, diz o
manifesto.
“A floresta demora muito mais tempo para
absorver carbono do que você demora para queimá-lo. Se eu queimo um barril de
petróleo, eu vou demorar muito e muitos anos para uma floresta absorver aquilo,
a compensação não é imediata. Tem uma falha no princípio científico da coisa”,
explicou Pedro Telles, especialista em Clima da organização não-governamental
(ONG) Greenpeace, uma das entidades que assina o manifesto.
A
partir de agora, o tamanho da área passível de legalização aumenta de 1.500
para 2.500 hectares. O benefício, que antes contemplava pessoas que ocuparam
terras ilegalmente até 2004, agora é estendido para quem fez o mesmo até 2011.
Além disso, a lei permite que as áreas ocupadas sejam compradas por até 50% do
valor mínimo determinado pelo Incra.
Carlos
Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, considera que, com a
sanção da medida provisória, o presidente "passa a mão na cabeça" da
bancada ruralista. Segundo Rittl, o aumento da área cuja ocupação é permitida
mostra que o projeto foi feito para atender aos latifundiários, e não pequenos
proprietários.
—
Já existia uma lei de 2009 sobre a regularização fundiária. A MP mostra como o
meio ambiente virou moeda de troca, não tem a menor relevância para o
presidente. Ele fala que está beneficiando o pequeno proprietário, mas isso é
uma falácia.
A
Dow Chemical disse nesta terça-feira, 11, que vai vender parte de seu negócio
de sementes de milho no Brasil para o CITIC Agri Fund, da China, por US$ 1,1
bilhão. A venda está relacionada a condições impostas pelo Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aprovar a fusão entre Dow
Chemical e DuPont e depende da conclusão da fusão entre as empresas.
A
venda para o CITIC Agri Fund inclui unidades de processamento de sementes e
centros de pesquisa, uma cópia do banco brasileiro de germoplasma de milho, a
marca de sementes Morgan e uma licença para o uso da marca Dow Sementes por um
período determinado. Os ativos vendidos geraram receita de aproximadamente US$ 287
milhões em 2016.
A
cana será confrontada pelas culturas de milho e de beterraba na produção de
açúcar e etanol. O açúcar derivado da cana é responsável por uma fatia de 80% do
mercado mundial, enquanto os outros 20% vêm da beterraba açucareira, tipo de
produto cultivado na Europa. Os países europeus, principalmente a França,
respondem por 80% da produção mundial de açúcar de beterraba. Em relação ao
etanol, por sua vez, os Estados Unidos tornaram-se a maior potência deste
biocombustível procedente do milho.
SÃO
PAULO (Reuters) - As exportações totais de café pelo Brasil somaram 32,90
milhões de sacas de 60 kg no ano-safra 2016/17 encerrado em 30 de junho, queda
de 7,4 por cento na comparação com o ciclo 2015/16, informou nesta quarta-feira
o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
A
receita com os embarques do maior exportador global do produto foi de 5,64
bilhões de dólares no ciclo 2016/17, incremento de 5 por cento na mesma
comparação.
Já
o preço da saca enviada ao exterior alcançou uma média de 171,48 dólares em
2016/17, avanço de 13,4 por cento em relação a 2015/16.
"Atingimos
praticamente 33 milhões de sacas, um número que revela a influência dos fatores
climáticos nos últimos dois anos, em que especial na produção de café
conilon", disse o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, em nota.