Brasília – O deputado federal
Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política na Câmara, vai incluir em
seu parecer proposta que vincula o valor a ser gasto nas campanhas do ano que
vem à receita líquida do governo federal.
Com isso, o fundo eleitoral com
dinheiro público que será criado para bancar as candidaturas de 2018 poderá ir
a R$ 5,9 bilhões, mantidas as previsões do Ministério do Planejamento para este
ano. Inicialmente, o valor que estava sendo discutido era de R$ 3,5 bilhões.
Segundo Cândido, a ideia é que o
valor do fundo seja de 0,5% da receita líquida. Em 2016, este valor foi de R$
1,088 trilhão. Para 2017, a previsão de receita do governo é de R$ 1,182
trilhão, segundo consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviada ao
Congresso.
No
bloco “Brasil”, segue Alexandre Almeida. Em “OneFoods”, voltado ao mercado
muçulmano, continua Patrício Rohner. Por sua vez, “Cone Sul”, de Jorge Lima,
reúne Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.
A BRF(BOV:BRFS3)
anuncia alteração da estrutura organizacional, com 14 vice-presidências, as
quais terão reporte ao diretor presidente Pedro Faria. Também a companhia
remodelou a atuação comercial. Agora, há um bloco “Internacional”, em vez das
divisões Ásia, Europa, Américas e África, sob o comando de Simon Cheng, que era
o líder para Ásia.
“O
objetivo é padronizar e centralizar os processos corporativos, mantendo uma
organização enxuta, eficiente e estável, de modo a garantir o funcionamento
efetivo de uma organização global”, diz a BRF em nota ao mercado.
(Por Luana
Pavani) * Informações ESTADÃO
Apenas imóveis de até 1.500 hectares
podiam ser regularizados pelo programa. Agora, esse limite poderá ser ampliado
para 2.500 hectares
Está nas mãos do presidente
Michel Temer vetar ou sancionar o PLV 12/2017, de autoria do senador Romero
Jucá (PMDB-RR), aprovado no Senado no fim de maio. Se sancionado, o projeto, no
qual foi convertida a Medida Provisória (MP) 759/2016 (proposta às vésperas do
Natal pelo Executivo), pode beneficiar os donos de 2.376 imóveis rurais que
incidem integral ou parcialmente em terras públicas não destinadas na Amazônia
Legal. Esses imóveis ocupam 6,3 milhões de hectares, mais de 4,8 milhões deles
em intersecção com terras da União encampadas no programa Terra Legal. O
objetivo do programa, criado em 2009, é cumprir a disposição constitucional de
destinar terras pertencentes à União na Amazônia.
A área total passível de
regularização fundiária seria de ao menos 4,3 milhões de hectares – uma área
semelhante à do estado do Rio de Janeiro. Para chegar a este número, a Pública
excluiu do total de intersecções os imóveis duplicados.
A falta de uma legislação única
demonstra que assunto em pauta não se encontra completamente consolidado, não
existindo, em âmbito estadual, um regramento que traga as definições técnicas e
processuais, tais como aquelas presentes na IN nº 16/2013-Ibama. Tal fato é
bastante preocupante, uma vez que dá espaço à livre interpretação dos órgãos
competentes para definir as situações nas quais as autorizações poderão ser
concedidas.
Operações Irregulares e não
recomendadas
Recentemente, tivemos o relato da
ocorrência de transferências de navio para barcas ("Ship-to-barge")
na Foz do Rio Amazonas, em total desacordo com o regramento estabelecido pelo
Ibama. O acontecimento foi celebrado pelos canais de comunicação locais como
uma medida positiva articulada entre empresas privadas e o poder municipal,
capaz de contribuir para a redução dos preços dos combustíveis na região. Boa
parte da população, no entanto, ignora os riscos inerentes a este tipo de
procedimento.
"Isso preocupa e muito. O
problemas começaram com as reclamações americanas. Cada um na cadeia produtiva
tem que cumprir suas obrigações — os criadores caprichando nas vacinas, os
industrias de vacina não podem negar que parte dos problemas vem da vacina — a
saponina induz a formação de abcessos assépticos, segundo a literatura (médica)
—, e eles têm que fazer uma extensão rural para esclarecer melhor a mão de obra
no campo como praticar uma boa vacinação. A questão da etiquetagem da qual a
China está reclamando afeta a indústria frigorifica, e esperamos que a ABIEC
(Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne) e a ABPA (Associação
Brasileira de Proteína Animal) tomem providências — diz o especialista.
- A crise política brasileira foi
discutida na reunião dos dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central
norte-americano) que ocorreu nos dias 13 e 14 de junho Na ata do encontro,
divulgada ontem, os dirigentes destacam que a “crescente incerteza política” no
Brasil fez o real ter “notável” desvalorização e as taxas (spreads) dos títulos
soberanos brasileiros registrarem aumento.
No Brasil, o dólar saiu de R$
3,13 antes das denúncias da JBS e chegou a bater R$ 3,38 no dia seguinte à
delação. O risco-país, medido pela Credit Default Swap (CDS), uma espécie de
seguro que protege contra calotes, também deu um salto, saindo da casa dos 200
pontos para 235.