terça-feira, 18 de julho de 2017

Notícias de Hoje - 18/07/2017

RECEITA FEDERAL DO BRASIL  - INSTRUÇÃO NORMATIVA N. 1.717, DE 17 DE JULHO DE 2017  Estabelece  normas  sobre  restituição,  compensação,  ressarcimento  e  reembolso,  no
âmbito  da  Secretaria  da  Receita  Federal  do Brasil.


ICMBIO - PORTARIA  N. 476,  DE  13  DE  JULHO  DE  2017 APROVA O PLANO  DE  MANEJO  FLORESTAL  SUSTENTÁVEL  COMUNITÁRIO  1254033,  que  a  AMOPREX  apresentou  ao  ICMBio  objetivando  obtenção  de  licenciamento  de  atividade  de  exploração  florestal  para  uma  área  total  de  manejo  de  17.452,42 hectares,  localizada  no  interior  da  RESERVA  EXTRATIVISTA  CHICO  MENDES 

Serviço  Florestal  Brasileiro - RESOLUÇÃO  N. 37,  DE  7  DE  JULHO  DE  2017 -


INSTRUÇÃO  NORMATIVA  N.27,  DE  17  DE  JULHO  DE  2017 -  Fica  estabelecido  o  REGULAMENTO  TÉCNICO  DA  BATATA,definindo  o  seu  padrão  oficial  de  classificação,  com  os  requisitos  de identidade  e  qualidade,  a  amostragem,  o  modo  de  apresentação  e  a marcação  ou  rotulagem,  nos  aspectos  referentes  à  classificação  do produto.


O sindicato de pecuaristas dos Estados Unidos chamado R-CALF USA  fez um relatório sobre a empresa JBS-Friboi e o encaminhou ao presidente Donald Trump e às autoridades americanas, pleiteando que a empresa sofra uma profunda investigação nos EUA e que acordos de leniência com ela sejam proibidos.
Alega o sindicato que a JBS-Friboi está em segundo lugar entre as maiores processadoras de proteína animal do país e é dona da maior empresa de ração animal, a qual teria sido usada para influenciar o mercado de gado em 2015, provocando a queda do preço do gado em até US$850 por cabeça.
Alega também que o grupo teria, além disso, demasiada ingerência política, o que lhes teria possibilitado abrandar leis antitruste e leis de segurança alimentícia. O sindicato ressalta que já fez diversas denúncias contra práticas de concentração da JBS mas foi desconsiderado.
Para o sindicato, é preciso verificar urgentemente se o prestígio que goza a JBS-Friboi nos Estados Unidos é resultado de sua influência inadequada sobre os políticos. Caso a investigação confirme que a JBS-Friboi fez uso nos EUA de iguais métodos dos que usou no Brasil, o sindicato é veemente em sustentar que a empresa deve ser expulsa dos EUA e a legislação restaurada.

“Se o Estado permitir essa remoção, vai haver uma tragédia”, diz acampada do MST
Desde março, trabalhadores rurais ocupam terreno improdutivo de Eike Batista em MG
Na manha de segunda (17), sem-terra bloquearam a BR 381 para denunciar despejo /
Em uma ação protagonizada pelas mulheres, os mais de três mil hectares de um terreno abandonado pelo empresário Eike Batista há 12 anos foram ocupados no dia 8 de março deste ano pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Na última sexta (14), os moradores foram notificados pela Polícia Militar de uma ação de despejo, acatada pelo juiz da Vara Agrária, apesar de existirem três agravos contra o pedido de reintegração de posse.
A ação de despejo está prevista para às 6 horas de terça-feira (18). Para denunciar a situação, no começo da manhã de segunda (17), os trabalhadores interditaram a BR 381.

Cafeicultura criou 10.804 postos de trabalho em junho (Foto: Emilio Mansur/Editora Globo)
Eu tenho andado menos por esse país imenso neste ano. Me pauto, no entanto, pela conversa com meus conhecidos das entidades que representam pecuaristas e agricultores. Também com os fazendeiros e com as informações dos meus colegas aqui da redação e que estão com o pé na estrada.
Para resumir: as notícias são alvissareiras. O campo está movimentado, por conta da supersafra de grãos, principalmente. A pecuária de corte sofre com a queda no preço da arroba, Carne Fraca, delação dos irmãos Batista e dois focos de aftosa registrados na Colômbia e que assustaram bastante os fazendeiros. Mesmo assim, o Brasil exportou US$ 512 milhões de carne bovina somente no mês de junho, faturamento que é 10% superior ao de maio. Em volume, o resultado atingiu 123.287 toneladas, ou 9% de aumento na comparação com o mês anterior. Pois bem, junho foi o mês com melhor desempenho neste ano. Isso, ressalto, apesar dos problemas citados acima.

17/07/2017 Os produtos agrícolas brasileiros perderam espaço no mercado internacional. Isso é o que revela a OMC em seu informe sobre a política comercial brasileira, que faz uma análise detalhada da situação do País.
Com a quarta maior superfície agrícola do mundo, o Brasil continua sendo o terceiro maior exportador do planeta, superado apenas pelos EUA e Europa. Mas, ainda assim, a fatia no mercado internacional encolheu. Na avaliação anterior feita pela OMC, em 2012, o Brasil correspondia a 7,3% do fornecimento mundial. No atual exame, a constatação é de que essa taxa caiu para 5,1%. A OMC destaca que o Brasil manteve a liderança mundial na venda de açúcar, suco de laranja e café.

São Paulo. A economia brasileira ainda é bastante fechada, não apresentou mudanças significativas na formulação de suas políticas comerciais nos últimos quatro anos e mantém programas de proteção a produtores nacionais, apontou ontem (17) o informe sobre política comercial da OMC (Organização Mundial do Comércio) sobre o Brasil.
Segundo o documento, a política tarifária continua sendo um dos principais instrumentos de política comercial do Brasil e a economia permanece com vários setores ainda totalmente fechados ao investimento externo ou bastante limitados a ele, como energia nuclear, transporte aéreo, serviços financeiros, saúde, terras, mídia, pesca, mineração e a exploração de hidrocarbonetos. Em relação à última revisão sobre o Brasil, feita em 2013, a OMC afirma que o sistema tributário brasileiro continua complexo, e o País segue com baixo investimento em infraestrutura e inovação.

O número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 5,1 milhões em maio na maior quantidade registrada desde março de 2015, quando o levantamento da Serasa Experian começou a ser feito.
Na comparação com maio de 2016, houve aumento de 15,9%. O montante alcançado pelas dívidas das empresas foi de R$ 119,2 bilhões, com cada uma tendo em média 11 dívidas, o que totaliza um valor médio de R$ 23 mil.
Segundo o levantamento, a maioria das empresas inadimplentes é do setor de serviços (46,7), que - comparado a maio do ano passado - teve aumento de 1,5 ponto percentual. No comércio, houve queda de 1,3 ponto percentual, fazendo com que o setor corresponda a 43,7% do total do índice. A indústria responde por 8,7% da inadimplência, queda de 0,2 ponto percentual em relação ao ano anterior.

O presidente francês Emmanuel Macron anunciou esta segunda-feira, 17 de Julho, que o Estado vai pedir aos governos locais poupanças na ordem dos 13 mil milhões de euros até 2022 para ajudar a reduzir o défice.
"É uma poupança maior do que planeávamos, mas representa a parte dos governos locais na despesa pública", afirmou o presidente num discurso em Paris, citado pela Bloomberg. "Em França, a despesa pública é muito elevada, tal como os impostos".
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Macron pede assim às autarquias que contribuam para o esforço nacional de redução do défice, que deverá ser superior ao esperado em 2017, e sem sinais de desaceleração.
Em Maio, a Comissão Europeia avisou que França deverá falhar o objectivo de baixar o défice para menos de 3% do PIB este ano, e que, sem uma alteração das políticas, o défice deverá fixar-se em 3,2% em 2018.

 Atento às reclamações dos empresários, o presidente argentino defendeu publicamente o combate à “máfia” dos advogados e juízes que todo dia “deixam muita gente sem trabalho”. Os empregadores, disse ele na semana passada, não contratam funcionários porque muitas vezes temem que “seu esforço seja perdido por causa desses comportamentos mafiosos”. Macri atacou sobretudo as dezenas de milhares de ações abertas todos os anos, mais de 185.000 em 2016 somente na cidade de Buenos Aires. Uma cifra 20% maior que a de 2015 e que dobra o total registrado há 10 anos. Ninguém diz isso em voz alta para evitar polêmica, já que há eleições legislativas em outubro, mas o pano de fundo da discussão é conhecido: a Argentina tem um poderoso sistema sindical, integrado por mais de 6.400 sindicatos, com leis trabalhistas herdadas do peronismo e vistas pelos empresários como a origem de todos os seus males. A aprovação da reforma trabalhista no Brasil, com normas mais restritivas para os trabalhadores e enfraquecimento dos sindicatos, deu impulso ao debate.


"Em um cenário extremamente delicado como o atual, com o país trabalhando para reconquistar a credibilidade internacional do sistema produtivo e de inspeção, interrupções e paralisações podem acarretar perdas para todos os que atuam em prol da cadeia produtiva", afirma a associação. Os fiscais reivindicam a autorização de concurso público para recomposição do quadro funcional e protestam contra uma medidas adotadas pelo Ministério da Agricultura, como contratações temporárias.

BRASÍLIA — O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) ingressaram nesta segunda-feira na Procuradoria Geral da República com uma representação pedindo a investigação da liberação (empenho) de emendas parlamentares a deputados, às vésperas da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), informou que apresentou uma representação com o mesmo objetivo.
Segundo dados apresentados por Molon, houve um aumento do empenho (promessa de pagamento futuro) de emendas do Orçamento da União de 2017 a partir de junho. Nos últimos dias, o valor chegou a R$ 1,9 bilhão, entre deputados e senadores. Apenas os 40 deputados que participam da CCJ e que votaram com Temer tiveram o empenho de R$ 260,7 milhões. Já Randolfe apontou uma verba de R$ 288 milhões para os aliados de Temer. Apesar de assinarem a mesma ação, os dados podem variar dependendo do tipo de empenho que é colocado na conta. Os números da representação são os de Molon.


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